Melhor jeito de vender na internet é com SEO

Nesse sentido, diversas novas profissões foram estabelecidas no campo digital. São profissões que ajudam a entender e resolver problemas on-line para empresas que desejam promover sua marca e seus serviços on-line. Exemplos desses novos empregos são: especialista em vendas on-line, consultor de marketing digital e analista de mídia social.

Para quem não entende, essas profissões parecem estar interconectadas e têm o mesmo tipo de atuação. No entanto, embora eles compartilhem o mesmo espaço de trabalho, a Internet, cada uma dessas áreas de atividade tem sua própria função específica e diferente.

É interessante entender as diferenças entre essas funções, pois é um problema que preocupa muitos empresários. Ao ler este artigo, você entenderá claramente as diferenças entre essas três profissões.
O que faz um especialista em vendas online?

Antes de entender o que um especialista em vendas on-line faz, é importante saber que atividade não está presente. Embora seja relevante e ajude um especialista em vendas on-line a trabalhar, gerenciar redes sociais, aumentar seguidores e curtidas nas redes sociais e ajudar o Google a ser uma empresa altamente visualizada, a compra de anúncios não é o trabalho da indústria. de trabalho.

Para contribuir com esses problemas, existem empresas apropriadas para executar essas tarefas. O papel do especialista em vendas on-line é ajudar a vender o produto oferecido pela empresa usando estratégias que facilitam a compra do produto ou serviço pelos consumidores. O papel desse profissional é mostrar ao empreendedor a melhor campanha de vendas para o seu negócio.

Quando você é contratado por uma empresa, deve considerar o objetivo da empresa e o poder de investimento para criar, com base nesses fatores, um plano de marketing digital que atenda às necessidades da empresa. Portanto, você deve desenvolver um plano a partir do qual os principais objetivos da empresa estejam ao entrar no mercado virtual.

Qualquer empresa que deseje investir no mercado on-line deve consultar um consultor SEO para descobrir como esse comércio funciona. O comerciante pode fornecer detalhes sobre como entrar neste mercado e o que isso pode significar. Nesse sentido, o especialista em marketing digital deve explicar e mostrar ao gerente quais meios são mais favoráveis ​​e seu valor.

Diferentemente do especialista em vendas on-line, o consultor de marketing digital analisará as medidas e os resultados. O trabalho de um consultor de marketing digital está intimamente relacionado a blogs e blogs, à criação de técnicas de SEO e ao gerenciamento de redes sociais. Esses recursos ajudam na apresentação da empresa e dos hackers mais visíveis. Nesse contexto, trabalhar para um consultor de marketing digital é basicamente operacional.
O que é um analista de mídia social?

A principal função desse tipo de profissional é organizar as redes sociais para que seus gerentes e empresas obtenham uma boa imagem na Internet.

O objetivo dos analistas de redes sociais é criar uma rede melhor na qual o produto do serviço da empresa possa ser apresentado de maneira humana e interativa. Essa medida cria uma relação de confiança e credibilidade com o consumidor, atualmente selecionado e exigente.

Crise da meia-idade aos 20 anos

Entre 40-60 anos é comum sentir que a vida é um total fracasso, que sonhos se perderam e que você nunca fez o que queria. Aí larga o emprego, procura gente mais nova pra namorar e acaba com o estoque de cuecas Calvin Klein da loja mais cara (sem poder pagar por elas). Essa é a crise da meia-idade. E aos 20 anos?
Completarei minhas duas décadas e um ano de existência no dia 11 de setembro desse ano (vou fazer lista de desejos, vai ter que me dar presente). Há dois meses, quando percebi que não tenho mais 18 anos, que fico até 3 semanas sem ver os amigos que passavam 24 horas comigo porque todo mundo trabalha, e que as meninas que beijei no colégio estão grávidas, o universo passou na frente de meus olhos como uma viagem ilícita e psicodélica: o tempo não para.
E não tem pena.
Aí pensei nos sonhos que perdi, nas coisas que não realizei e no que vou me tornar. E se terminar a faculdade e não ter onde trabalhar? E se eu for demitido? E pra onde foram as tardes que gastava não fazendo absolutamente nada no conforto do meu quarto? Por que não comecei o curso de canto mais cedo? Por que não andei de skate antes da modinha? Por que, por que, por quê?
BANG! Você surta! A diferença da crise da meia-idade aos 20 anos para a crise existencial fica pelo fato de você se fazer esses tipos de perguntas e agir com impulso pra tentar reverter a situação (no meu caso melhorando meu portfólio pra achar um emprego foda na área que desejo, escrevendo que nem louco por 7 horas seguidas, comprando skate e tal). Na crise existencial, você simplesmente para, toma uma dose de nostalgia + melancolia e deixa a vida acontecer do lado de fora, sem se meter.
O tempo não tem pena de ninguém e a cada minuto estamos mais perto do fim, seja ele em forma de morte ou limitação física/psicológica. Quando nós, jovens, entramos nessa crise, tomamos chá de carpe diem e não deixamos de fazer nada que temos vontade. Aí vamos pra aula/estágio virados depois da festinha indie na zona sul ou experimentamos um monte de drogas e sensações que não nos permitimos mais cedo, na época em que experimentar era “permitido”.
É verdade, ainda somos jovens! Apesar da vida ser curta, ela também é muito longa. Sabemos que atualmente o tempo corre mais acelerado, que cinco anos passam voando, mas a gente só percebe quando já passou. Pra sentir menos essa aceleração, temos de fazer o que quisermos fazer. Não pra saciar o momento de crise, mas pra transformar o estilo de nossa vida em setores distintos.
Por isso ande de skate, compre sua primeira boneca inflável, dê em cima do garoto esperando táxi na porta das Lojas Americanas e arranje um emprego só pra comprar sua kombi VW pra viajar com os amigos pelo litoral brasileiro. Chorar pelo leite derramado é perder mais tempo ainda, tempo pra viver e parar de acumular coisas que você não fez para querer fazê-las no futuro.
Aprendi que até podemos correr atrás dos 18 anos de novo, mas não há nada melhor do que ter passado por eles, saber exatamente o que foi bom e reproduzir em versões novas nesse outro momento da vida.
E nunca, nunca pare de respirar

Poliamor: amando mais de uma pessoa

Diferente da poligamia (casamento com mais de um parceiro), poliamor consiste em permitir amar alguém e deixar que esse alguém ame outra pessoa, que vai amar outra pessoa, e assim em diante. Dá pra confundir com putaria, mas aqui falamos de relacionamentos sérios, que se parecem com relacionamento aberto, se diferenciando apenas pelo fato de que há compromisso, mesmo que seja ao “amor”

Antes que me taquem pedras, preciso dizer que o ideal de amor “rosa”, romântico, é apenas uma ideia. Ela vem caindo por terra nessa geração onde vemos casais monógamos se traindo aos montes. Isso acontece porque, diferente da ideia praticada do relacionamento, o corpo pede mais, geralmente relações apenas sexuais de uma noite, mas que reverberam no relacionamento para o resto dos anos.

O poliamor atende esse lado, essa ideia de que você pode amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo e manter o respeito por elas. Sendo assim, muitos mantém a pessoa principal e uma ou duas pra complementar. Não é sexo grupal, mas todos estão cientes dos outros. Todos se aceitam. A questão que fica na cabeça é: onde encontrar gente disposta a isso?
Porque mesmo que a sociedade caminhe para fast-fodas, traições hipócritas e relacionamentos abertos, uma liberdade maior para atender chamados mais “biológicos”, desenvolvemos também a possessividade, a ideia de que pessoas pertencem a nós no momento em que “tomam” nosso tempo. Tanto que existem casos em que o amor não está presente, mas a possessividade transforma o parceiro numa propriedade difícil de abrir mão.
Mais do que isso, temos o tabu do casamento, da própria monogamia. Assombração que gera culpa, que faz parecer que amar mais de uma pessoa é errado, autodestrutivo e perigoso. E aí vem o ciúme que não deveria existir no poliamor, a vontade de tacar o vaso sanitário na cabeça do namorado toda vez que ele cita a outra pessoa. Ou outras, né?
Por que trouxe esse assunto pro DDPP hoje? Pra pensar. Ainda me considero muito imaturo afetivamente pra ter um tipo de relacionamento desse, mas admito que às vezes me pego pensando se não seria menos complicado do que capturar a monogamia convencional. Quando estamos apaixonados, e você sabe disso, ficamos saciados só com aquela pessoa por qual desenvolvemos esse fogo. No poliamor, temos relacionamentos intensos, de longa data, que se completam entre si, de onde nascem famílias.
Lembrando que sexo sempre está na jogada, mas não é o protagonista nesse tema. Como disse, não é putaria. Não é desculpa pra transar com todo mundo. É uma forma de se completar com essências de pessoas de aparências, personalidades, rotinas e jeitos diferentes, onde todos se respeitam e entendem que possuem seu espaço pra preencher dentro do cotidiano do amado.
Mano, para e pensa: tá tão difícil achar uma pessoa pra amar, quanto mais outras? E mesmo assim, quando tô com alguém, só tenho olhos pra pessoa. O que posso fazer? Sou romântico indisponível emocionalmente, danificado pelo vírus da sociedade promíscua (não comparar com poliamorosa, por favor) e deixado pra apodrecer num quarto escuro, escrevendo num site estranho (oi).
Tô fadado a ter uma relação poliamorosa com minha mão e ouvidos. Tô falando da literatura e da música, tá? Mente poluída… Ah, e dentro do assunto, você podia assistir o vídeo que saiu quarta-feira no meu canal Sem H do Youtube. Falei sobre erros e lições. É curtinho, olha só:

Viajar de Kombi VW

Meu maior desejo no momento é largar a cidade do Rio de Janeiro e rodar o litoral brasileiro mais deserto na companhia de um par de amigos (ou do namorado incrível que ainda não conheci) numa Volkswagen Kombi, ou popularmente conhecida como VW, minivan projetada em 1947 que conquistou o coração dos hippies, amantes das viagens de verão, montanhas, aventuras naturais e camping.
Quando vejo essas fotos, me encho daquela sensação de estar preso num mundo sem liberdade, como se pudesse desamarrar a gravata, colocar o pé pra fora de casa e viver a maior aventura de minha vida perseguindo estrada após estrada, parando em cada praia pra beijar o oceano, ler promessas de amores escritas nas estrelas e trazer pra dentro de mim o lado do verão que mais gosto.

 

 

 

Assim que estiver trabalhando, vou investir numa dessas, recuperar um clássico, equipar com barraca, miojo e o tal namorado, e sumir por aí. Estar perto do mar e aquecer minha pele bronzeada pro inverno chuvoso do Rio. Se um dia eu voltar.

Pôster Lana Del Rey, “Born To Die”

Apesar de não ser de minha autoria, o manipulei para uso pessoal, pra colocar na minha parede e não ganhar um tostão por vendas ou coisa do tipo. Acho que não faz mal, já que não teremos CHATeando hoje, deixar esse pôster da Lana Del Rey pra download. Farei outras versões, mas até lá, fiquem com a capa do álbum Born To Die.
O nome real dela é Elizabeth, mas antes de ser Lana ela era conhecida como Lizzy Grant. De canções sombrias sobre viagens sem destino, amores perigosos, drogas e sexo, conquistou o mundo com o videoclipe da canção Video Games, misturando gravações vintage com takes da webcam totalmente indie. Desde então, ofereceu nova cara à música pop.
Adoro o trabalho dessa gostosa. Já usei na trilha sonora Pra Curtir a Ressaca, Na Estrada, Pra Dizer Que Gosto de Você e na trilha que vai sair amanhã, chamada Striptease (ui!). Também inspirou o post Romances de Primavera, um dos mais lidos aqui do DDPP.
Tenho várias canções preferidas, mas pra você que ainda não conhece, vou apresentar essa:


PRA BAIXAR O PÔSTER clique aqui. Depois coloque o arquivo no pendrive e leve numa gráfica. O tamanho é A3 (só falar pro cara) e o preço geralmente não passa dos R$ 10,00.

E pra você que ainda não sabe, eu tenho um canal no Youtube chamado Sem H! Toda quarta sai vídeo novo! Que tal experimentar esse de baixo e compartilhar com os amigos?

Pôster Ke$ha, “Warrior”

Warrior é o primeiro álbum da Ke$ha que considero 90% engolível. Depois de um Animal e um Cannibal meia-boca, ela parece ter se encontrado na mistura do Rock & Roll e pop, sem querer competir de peito com as demais “divas” desse meio estereotipado. Ela conseguiu me fazer jovem, feliz, me arrancou boas memórias e compartilhou algumas outras. O pôster é dela hoje.
Continuando meu objetivo de fazer meus pôsteres de bandas e cantores que admiro (e que você pode sugerir pela página do DDPP no Facebook), fiz esse inspirado por muito glitter, fumaça e monograma. Acho muito a cara da Ke$ha essas cores, esses brilhos.

Então baixe aqui, coloque o arquivo .pdf num pendrive e leve em qualquer gráfica pedindo a impressão em A3 (o arquivo tá no tamanho certo). Você não vai gastar mais de R$ 10,00 e ainda vai decorar a parede fácil, fácil.

Se ainda não conhece, te apresento minha canção favorita e primeiro single desse álbum, “Die Young”:



Pôster Frank Ocean, “Channel Orange”

Frank Ocean está há meses no topo de meus artistas mais tocados do iTunes. É o primeiro homem a conquistar esse espaço seleto, depois de Lana Del Rey, Florence + The Machine, Marina & The Diamonds e Ellie Goulding dominarem minha vida em casa, na rua e na internet. Não é pra menos que o cara ganhou Grammy de melhor álbum urbano, né?

Porque as composições são ótimas, além de fugir do que o hip-hop-rap precisa ser. Ele transcende. É quase como ter uma versão masculina da Lana, pelo menos ele me faz sentir da mesma forma: imortal. Como se pudesse virar a madrugada dirigindo pra comer numa loja de conveniência com um cara emocionalmente perigoso, pra terminar a noite seguinte jogando Street Fighter no Playstation ou no arcade de algum bar com sinuca e maconha. 

O álbum premiado foi Channel Orange, que me baseei pra fazer esse pôster, mas o Nostalgia, Ultra é tão incrível quanto. Minha canção favorita? Difícil, mas quero deixar pra vocês, além do pôster, essa daqui:


Baixe o pôster aqui. Coloque o .pdf num pendrive e leve numa gráfica para imprimir em A3, o tamanho tá certo. Depois é só emoldurar ou colocar fita crepe pra prender na parede. Não sai por mais de 10 pratas.

Swim good, baby.

Como pintar uma parede diferente

Não canso de gritar que seu quarto PRECISA ser extensão sua. Já que a sala e outros cômodos são compartilhados com outros moradores, o quarto é refúgio final de privacidade e expressão de personalidade de quem nele se esconde. Se for dividido, é bom limitar espaços. Por isso, quando sobrou uma parede branca, surtei: o que fazer com essa piranha sem ficar comum?
Fiz arte, claro! Comentei que queria colocar umas coisas de bruxa nela e tal, mas acabei mudando de ideia porque a mesa do computador vai desaparecer e dar lugar para um tampo que vai ficar preso à toda extensão parede oposta à janela, já que percebi que me sinto “apertado” na hora de escrever. Sendo assim, o que iria pro meu projeto de parede bruxa, vai ficar na parede cinza.
Até eu mudar de ideia.
O projeto é super simples e dá pra você fazer em casa sem muito compromisso. Me inspirei nesse vídeo aqui e apesar de ter prática com desenho e pintura com pincel, qualquer pessoa pode tentar! Você nem precisa trabalhar com desenhos, podendo usar formas geométricas, listras, rabiscos, curvas, coisas mais abstratas ao invés de imagens fechadas e complicadas.
Se achar que ficou ruim, é só passar a tinta por cima e ter uma nova tela, pra começar do zero. O importante é arriscar, porque nenhuma experiência vem de só ficar sentado vendo os outros fazerem. Quanto mais cedo começar, menos vai errar.
E aqui tem outro vídeo pra você se inspirar antes de pensar no teu esboço.
Falando no esboço, ele é a primeira parte do processo todo! Pra facilitar o trabalho, você pode desenhar o que você quer numa folha e depois reproduzir na parede. No meu caso, por sempre fazer esses rabiscos nos cantos dos cadernos ou quando tô no telefone (porque morro de tédio sempre), deixei minha criatividade tapar os buracos brancos.

Então comecei pelos tentáculos, porque eles dariam os espaços vazios pros olhos “respirarem”, um alívio visual, já que meu quarto tem uma parede à direita dessa toda cheia de páginas de quadrinhos, pôsteres e afins e, oposta, tenho a cinza. O equilíbrio visual seria essencial pra eu conseguir dormir sem achar que meu quarto tá zoado.

 

Depois fui completando, sem mistério. Tudo usando a tinta cinza-chumbo que sobrou da parede, pincel de cerdas nem tão duras nem tão moles e nem usei escada.
Por que tentáculos? H.P. Lovecraft aqui! Sou louco por polvos, tentáculos, semideuses e Cthullu! Tive de misturar essa influência com as geometrias que amo (triângulos, listras, espirais, ondas, prismas etc), forças da natureza vindas do xamanismo (raios, neve, sol) e outras coisas que vieram na hora. Nem eu sabia o que tava fazendo direito! E copiei algumas coisas do Bobsmade também, do primeiro vídeo ali.
O resultado final me agradou demais! Todo mundo que entra aqui ama! Aí encho a boca e falo: fui eu que fiz! É exercício pra desgrudar da preguiça e deixar o quarto com a nossa cara!

Por que não pedir beijo na boca?

Sempre deixo bem claro, principalmente pras pessoas que estou paquerando, que beijo na boca NÃO SE PEDE! Por opinião própria, acho que o beijo é uma forma de carinho que tem momento pra acontecer e, quando é pra rolar, é que nem um raio, vai rolar. Essa parada de “posso te beijar” ou “quer ficar comigo” pra mim não funciona nem é bonito.
Claro que tô falando de uma construção de relacionamento, não de alguém que você vai pegar na noite sem mesmo saber o nome. O primeiro beijo, pra mim, é o grande teste de química. Porque não tem essa de “beija bem, beija mal”. Existe o momento em que você entende o ritmo do outro, o seu ritmo com o outro e como o carinho de vocês vai se adaptar um com o outro, o que não tem tempo de acontecer quando se beija um estranho, que já vem com um modelo de beijo pronto. E todo babado.
Porque fica feio deixar óbvio. Perde a naturalidade da coisa. É meio romântico, meio filmezinho, mas acredito que quando duas pessoas querem, não precisa dessa coisa de perguntar, de ir na ansiedade. Deixe as borboletas se sacudirem loucas no teu estômago! Deixe a vontade ficar tão dolorida que os sinais vão começar a aparecer!
Eles vêm com olhares de “por favor, me beija agora” que são clássicos no meio-fio do cinema. Vocês estão sentados, forçando contato corporal com movimentos um pouco estúpidos como acertar teu ombro no da pessoa ou dar soquinhos no peito, mas há quem só dê as mãos. O olhar muda quando vocês se desafiam, se comunicam. Dá pra ver na pupila, na expressão do rosto, que o beijo tá chegando.
É só deixar chegar.
Se não rolar o momento durante todo o encontro, é porque tá cedo. Pelo menos é minha opinião. Como falei, beijar é de uma intimidade absurda! Com meu romance de primavera, não perguntei se podia beijá-lo. Foi de surpresa. Deu pra sentir a surpresa dele se transformando naquele sorriso gostoso quando as bocas estão grudadas, sabe? Sorrir durante o beijo.
Acho legal essa parada de não ter de perguntar as coisas, de sentir, ter a confirmação num gesto de que o outro sente o mesmo e, bang, fazer! Sem insegurança, sem medo de pisar em falso. Sou dessas pessoas que gosta das coisas certinhas. O que tem dentro da minha cabeça precisa, na maior parte das vezes, acontecer do jeito que espero.
E espero esse dramance digno de Oscar (sem a participação da Jennifer Lawrence, senão ela vai cair em cima de mim) onde eu e meu parceiro nos sentiremos tão à vontade e tão inteiros que as palavras só seriam violentas com nosso silêncio de plenitude.
Pratique o “deixe rolar” e trave o “vamos deixar rolar?”, sem pressa. Deixe o óbvio ser óbvio sem apontar na cara do bicho. Deixe-se confiar mais.

Reclamar sobre o Carnaval?

Porque reclamar é chato, ocupa tempo e não nos deixa tomar atitude pra mudar as coisas. Só falar é cacarejar! Eu adorava falar mal dessa data por seguir o modelo “reclame porque é cult”, porque soa inteligente, soa alternativo. Dá pra não gostar do carnaval, mas não significa passar o dia todo em cima da cama postando que odeia o mundo no Facebook.

Porque fechar a cara e apontar o dedo é muito fácil. Apesar de concordar que a grande parte das pessoas que idolatra o carnaval é um monte de gente que tá cagando pras roubalheiras contra eles mesmos e são totalmente acomodados, digo que deixar de aproveitar o feriado (porque carnaval é isso, na pior das hipóteses) pra ficar de birra num protesto clichê que não vai fazer diferença alguma além de te deixar entediado, é um grande erro.
Não pelo carnaval em si, mas pela atitude. Se te incomoda, PARE DE RECLAMAR E TRANSFORME AQUILO! O vídeo do vlog Sem-H é sobre isso hoje. E quinta vou postar aqui no DDPP um tutorial pra festa de carnaval no estilo que vou fazer aqui em casa, baseado no clipe da dupla Tegan and Sara que falei no vídeo. Na sexta, tem trilha sonora especial.
Sábado tem CHATeando e domingo a gente vai curtir o feriado, sem posts novos! Não é lindo?
Agora vem ver o vídeo.